Qual o seu Arquétipo Regente? As 03 Formas de Manifestação dos Arquétipos

Atualizado: Jan 10



Talvez você se pergunte: “Como eu identifico o Arquétipo que estou vivendo?”


Se você não sabe o que são Arquétipos, como eles se comunicam conosco e onde eles se encontram, e só clicar no link abaixo e conferir em nosso artigo "A Força Oculta dos Arquétipos".


(link para o artigo “A Força Oculta dos Arquétipos”)


Os Arquétipos são consciências, assim como tudo que existe. Essas consciências interagem com você através de energia, fornecendo movimento, motivação e ânimo. Eles também te fornecem informações. Essas informações refletem as características deles em você.


Este fornecimento de energia e informações é uma via de mão dupla, ou seja, ao vivenciar essa troca você devolve à eles energia e informação modificada. Viver um Arquétipo significa alterá-lo através da sua vivência.




Neste artigo você verá:


A inter-relação entre você e os Arquétipos;

Como ativar Arquétipos adormecidos;

3 maneiras pelas quais os Arquétipos vivem através de nós;

Os aspectos luz e sombra;

Processo de Iluminação;

Como identificar qual Arquétipo você está vivendo;

Reflexão.






Quer descobrir mais? Continue lendo!




Você e os Arquétipos



Os Arquétipos se situam em um patamar de consciência superior e nós em um patamar inferior. Sendo assim, somos utilizados por eles para que tenhamos todas as experiências que cada Arquétipo pode trazer para nossa vida através das suas características essenciais.


Portanto, nós estamos dentro dos Arquétipos e eles estão dentro de nós. Isso é um princípio hermético.


Cada um de nós tem um, dois ou mesmo três Arquétipos regendo nossas vidas. Mas isso não é sinônimo de exclusão de todos os outros. Todos os Arquétipos estão dentro de você, alguns deles estão ativados enquanto outros, desativados.


Para que exista interação com estes Arquétipos “adormecidos” precisamos ativá-los.




Como ativar outros Arquétipos?


A ativação de um Arquétipo acontece por meio da iluminação deles em sua consciência. É por meio do olhar, do focar, do desejar, do intencionar seu relacionamento com eles. Logo, é a força da intenção, do foco, do desejo que gera a ativação de um Arquétipo na sua vida.


Através da vivência dos Arquétipos, nós adquirimos muitas informações e vamos construindo cada vez mais complexidade, o que leva à nossa evolução.


Por sua vez, quando vivenciamos um Arquétipo, fazemos com que ele seja atualizado. Ele passa a ter um toque que é só nosso, à maneira que nós vivenciamos. Assim sendo, esta atualização do Arquétipo não deixa de ser também uma evolução e isso está em consonância com o que é o universo, com o que é vida, a pura evolução.


A vida é caracterizada por movimento e por transformação, assim, até os Arquétipos se transformam, se atualizam através da nossa vivência. Quando você se pergunta qual Arquétipo você está vivenciando isso vai depender de qual foco você está colocando.




3 Maneiras pelas quais os Arquétipos vivem através de você


Existem três maneiras básicas, didaticamente divididas, para você entender de que maneira os Arquétipos vivem através de você.



1° - Um dia comum


Todos os arquétipos estão dentro de você. Durante as 24 horas de um dia você pode ter atitudes que se assemelham a características de um determinado Arquétipo.


Você pode ter uma vontade enorme de conhecer algo novo, de explorar uma novidade naquele dia em específico. Neste momento, o Arquétipo que está falando através de você é o Explorador.


No decorrer de um dia, todas as suas atitudes podem ser relacionadas com essas características especiais de cada arquétipo. Você pode ter a inocência, viver um amor, estar encantado com algo, ter um momento de sabedoria ou aquele momento de alegria durante o dia. Cada característica dessas vem de um determinado Arquétipo.


Desse modo, nas 24 horas de um dia você vive diversos Arquétipos.



2° - Diferentes fases da vida


Você também pode viver Arquétipos específicos durante fases diferentes de sua vida. Eles irão se manifestar como comportamentos e como situações. Situações arquetípicas são situações que nós vivemos quando estamos debaixo de um Arquétipo e que já se repetiram na história da humanidade.


Começando com a infância, o Arquétipo predominante é o do Órfão, ou o Arquétipo da Criança. Precisamos deste para confiar no pai, na mãe, no professor, na pessoa que está nos cuidando, nos orientando.


Depois, na adolescência, observamos aquelas características típicas, até estereotipadas, do Arquétipo do Rebelde, aquele que não se conforma e que quer mudar o status quo.


Logo após, na fase do jovem adulto, as necessidades se modificam: buscamos a afirmação no meio social, trabalhar, ganhar dinheiro, adquirir bens materiais, ter relacionamentos gratificantes, experimentar o amor. Nesta fase, o Arquétipo vivido é o do Amante e o

Arquétipo do Herói, caracterizado como aquele que corre atrás de conquistas.


Na fase do adulto de meia idade, a perspectiva já está mudando. Você, teoricamente, já conseguiu seus bens materiais, tem um bom relacionamento, tem um status na sociedade e começa a desenvolver interesse pelo autoconhecimento. Você pode estar vivenciando o Arquétipo do Mago, querendo transformar as coisas ao seu redor. Ou pode estar vivendo o Arquétipo do Caridoso, deixando de olhar somente para si e um pouco mais para as necessidades do coletivo


Na terceira idade, ou fase do idoso, a perspectiva muda novamente. Você já adquiriu muita coisa, já sabe quem é e já tem sabedoria. Você vive, então, o Arquétipo do Sábio e também do Bobo. “Arquétipo do bobo?” vocês podem ter estranhado. É aquele que é alegre, que não leva as coisas muito a sério. A vida é uma grande brincadeira também, e esta sabedoria foi adquirida por aqueles que já viveram muitos e muitos anos.



3° - Sua vida como um todo


Existe também algo muito interessante que é a regência de um ou dois Arquétipos durante a nossa vida como um todo, ou melhor dizendo, nesta encarnação. Quando nós viemos para este mundo, recebemos este “pacotinho” de herança, um determinado Arquétipo que predomina durante a nossa vida.


Mesmo nas fases onde outros Arquétipos aparecem, esse Arquétipo é predominante. Ele é o responsável por fornecer a sua visão de mundo, o seu paradigma. E o que é visão de mundo?


É a maneira como você enxerga tudo: a você mesmo, aos outros, ao mundo, a dinâmica da vida. Chamamos isso de paradigma. São óculos com os quais você enxerga a realidade e, através desses óculos, você interage com o mundo.


Alguns Arquétipos podem até nos transmitir características físicas, mas transmitem, sobretudo, características comportamentais.




Características Positivas e Negativas


Os Arquétipos possuem características positivas e características negativas (sendo este julgamento de valor segundo a visão do ser humano). Ele vive através de você e te ajuda a obter experiências variadas.


Tanto as experiências positivas quanto as experiências negativas são necessárias para você conhecer o mundo, para você ter mais informação, para você expandir em consciência.


Você pode - como ser consciente e que possui livre arbítrio - através desse conhecimento que este Arquétipo traz, incorporar em seu ser as características positivas deste Arquétipo.


Conhecendo profundamente o Arquétipo que lhe rege e conhecendo a si mesmo, você poderá interagir com ele, explorar as características positivas e lapidar as características negativas. A consciência transforma tudo!


Portanto não é colocar as características negativas de um Arquétipo para “debaixo do tapete”. Pelo contrário, é trazer à luz da consciência e perceber que você está vivendo estes dois pólos.


Este mundo precisa da dualidade, do contraste, e para que? Para nos localizarmos. A diversidade e a polaridade são importantes. Não devemos nos desfazer de nenhuma delas.


É importante para evolução DA consciência que você viva tudo isso COM consciência.




Aspectos Luz e Aspectos Sombra



Os Arquétipos, assim como nós, possuem seus aspectos luz e seus aspectos sombra. A parte luminosa é aquela que mostramos para o mundo, que as pessoas enxergam em nós, aquela que nós acreditamos que somos.


Já a parte sombria é composta por aquilo que está escondido no inconsciente, que é desconhecido e rejeitado por nós, aquilo que nós não queremos viver, inclusive talentos que nós temos e não desenvolvemos.


Ao colocar luz na sombra, você identifica estas características e pode equilibrá-las, caminhando assim para quem você é. Carl Jung chamava esse processo de individuação, ser quem você é, indivíduo autêntico, viver a sua essência.


Jung, após passar pela própria individuação, percebeu que alguns de seus pacientes tinham toda a potencialidade de passar por este processo também. Deixar de ser quem eles não eram, quem a sociedade pedia e cobrava para serem.


Com o amadurecer da ideia, Jung percebeu que a individuação é um fato. Todos nós vamos passar por esse processo e se você não fizer isso por sua vontade (precisa haver esse querer), e se comprometer com a sua individuação, você acabará sofrendo.


O processo de evolução é contínuo e eterno, sempre nos aperfeiçoando, sempre agregando mais informação.


Ao chegar naquele ponto que você tem em si muito claro todos os aspectos de todos os principais Arquétipos e você continua sendo você mesmo, uma consciência independente, você atingiu a iluminação.



O que é a iluminação?



A iluminação é o conhecer tudo, saber tudo, ter ciência de quem você é, de todos esses aspectos que estão no inconsciente coletivo da humanidade e que estão dentro de ti também. Por conta disso, a iluminação possui graus.


A vivência dos Arquétipos é um mecanismo que a vida nos proporciona para atingirmos a iluminação. Deixamos de ser um ego e passamos a ser um self, um self cósmico que abarca tudo. A individualidade termina e passamos a unidade.




Como identificar o Arquétipo que estou vivendo?


Um ótimo primeiro passo é estudando sobre os Arquétipos. Você pode conferir dentro da psicologia analítica de Jung, que trouxe esse assunto para a ciência. Você pode conhecer os principais Arquétipos que fazem parte da estrutura de sua psique e como eles interagem com você.


Você pode, também, estudar a mitologia. Através dos mitos de Deuses e Deusas você descobre características que são intrínsecas a eles, mas que são muito parecidas com suas características, com seu comportamento, com a sua maneira de ver o mundo. Eles serão como espelhos e modelos, aquilo que os Arquétipos já são.


Uma outra maneira de você se aprofundar neste assunto é se observando. A auto observação é fundamental para você identificar os Arquétipos que você está vivenciando. É necessário ter um olhar muito objetivo ao seu respeito, o que pode ser complicado.




Reflexão


Como foi mostrado acima, é essencial que você faça um mergulho para dentro de si, dos seus sentimentos, observar como reage no dia a dia, para perceber as características que são pontuais e que pertencem a determinado Arquétipo.


Caso você já tenha feito tudo isso: estudou, se observou, leu os artigos anteriores, viu no geral como são os Arquétipos, as suas características, como interagir com eles e mesmo assim não conseguiu identificar, ou identificou e não sabe como extrair o melhor dessa interação, não se preocupe.


Nosso trabalho se complementa através do Mapa Arquetípico!


O mapa arquetípico é um verdadeiro mapa que mostra o caminho para você viver da melhor forma o Arquétipo que lhe rege.


(para saber mais sobre o Mapa Arquetípico, leia o artigo neste link)


É um trabalho que nós desenvolvemos e que vai mostrar para você, através de um questionário/uma anamnese muito bem elaborada, qual é o Arquétipo que lhe rege, quais os outros secundários que estão junto com ele, quais as características positivas e negativas, como integrar tudo isso para que você tenha uma vida de plenitude.


O Mapa Arquetípico dá uma rota, mas lembrem: “o mapa não é o território, o território você só vai perceber quando você estiver vivenciando este mapa”.

Se deseja receber mais informações sobre esse tema, se inscreva para receber conteúdos em primeira mão.


Se quiser fazer seu Mapa Arquetípico, acesse o link: https://www.artetipos.com/garantirmeumapa


Abraços fraternos,

Mabel Cristina Dias.

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