Os Registros Akáshicos e a relação com o Inconsciente Coletivo



Neste artigo trataremos sobre dois temas muito pedidos por vocês, e que se conectam bastante um com o outro.


Para aqueles que ainda não sabem, inconsciente coletivo é um conceito criado pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung. Ele diz que existe uma camada inconsciente profunda em nossa psique, compartilhada com toda a humanidade.


Para esse conceito se tornar um pouco mais claro, e entendermos o que de fato é o inconsciente coletivo, discutiremos primeiro o que é o inconsciente pessoal (conceito do neurocientista Sigmund Freud).


Freud percebeu que a nossa mente consciente representa, na verdade, um parte muito pequena da nossa psique. Sendo assim, a maior parte dela é inconsciente. É a ideia do iceberg: nossa mente consciente representa apenas a superfície da mente como um todo.


Mas e toda a parte inconsciente? Como ela funciona? Como podemos explorar isso?


O inconsciente funciona como um depósito de tudo aquilo que já foi consciente, mas que foi esquecido ou reprimido por nós. Ou seja, tudo aquilo que o nosso ego não aceita é passada da mente consciente para o nosso inconsciente pessoal (seja por não querer viver, por medo, por resistência, por preguiça, por rancor ou qualquer outro motivo).


É exatamente em nosso inconsciente que moram os nossos complexos e as nossas sombras, pois é lá que residem todos os conteúdos psíquicos reprimidos durante a nossa vida.


Agora que você já sabe o que é o inconsciente pessoal, fica um pouco mais fácil de entender o conceito de inconsciente coletivo de Jung.





O Inconsciente Coletivo


O inconsciente coletivo seria uma camada ainda mais profunda de nosso inconsciente, compartilhada entre todas a humanidade. Ou seja, é uma camada tão profunda onde perdemos a nossa individualidade; é uma camada coletiva da psique.


É no inconsciente coletivo que ficam todas as informações armazenadas de todas as experiências de pessoas que já viveram, desde o início da humanidade. Podemos compará-lo com um grande banco de dados onde são guardadas todas as experiências já vividas.


Nele residem os arquétipos e os instintos. É exatamente por esse motivo que, por exemplo, uma mãe - após o nascimento de seu filho - demonstra um comportamento arquetípico de mãe, elas não precisa fazer um curso de "como ser uma mãe" pois esse é um instinto que já está presente nela. Esse instinto é captado por ela do inconsciente coletivo.


O inconsciente coletivo, portanto, é um reservatório de imagens e experiências simbólicas, transmitidas de geração em geração por todos os indivíduos.


Agora faremos um paralelo bem interessante, para entrarmos no assunto dos registros akáshicos.


Um colega, professor de literatura no ensino fundamental e médio, que me disse algo muito interessante: após o "fiat lux" (faça-se a luz, traduzido do latim), depois da primeira emanação do Todo, tudo se torna uma reprodução dessa primeira emanação. Sendo assim, não há nada de novo sob o sol.


Não seria diferente com a ideia de inconsciente coletivo de Jung, que na verdade remete à algo muito mais antigo, e que se trata da representação de algo criado há milênios pelos hindus, chamado de registro akáshico ou registros búdicos.





O que são os Registros Akáshicos?



O registro akáshico é o registro de cada alma, desde o início até o fim de sua jornada. A palavra "akasha" é originada do sânscrito e significa éter, céu, espaço cósmico. Éter é justamente o elemento que corresponde aos Arcanos Maiores do Tarot que, por sua vez, se referem à jornada da alma.


Os registros akáshicos guardam a jornada da alma de toda a humanidade. Eles são como uma biblioteca universal que guarda todas as informações daquilo que já aconteceu, acontece e todas as infinitas possibilidades futuras.


O cientista ex-Nasa Thomas Campbell, em sua palestra ministrada em São Paulo realizada em 2019, possui uma visão extremamente interessante sobre a realidade que gostaríamos de trazer para você.


Ele acredita que a realidade na qual estamos inseridos e vivemos é uma experiência virtual, assim como em um jogo de videogame. Ele diz que nós, como jogadores, podemos ter acesso ao banco de dados dessa experiência virtual.


Os registros akáshicos são precisamente isso: um banco de dados que guarda as informações sobre todas as experiências que o Todo, que o Universo já viveu. O mais interessante é que podemos ter acesso à esse banco de dados, essas informações coletivas.





Reflexão



É claro que não é um processo fácil, mas elas já são realizadas e acessadas pela humanidade desde os povos mais antigos que aqui já habitaram - sejam pelos gregos através do Oráculo de Delfos, sejam pelos alquimistas e hermetistas, sejam pelas bruxas, pelos tarólogos, pelos artistas.


O fato é que é possível sim ter contato com essa mente cósmica que guarda toda a informação coletiva, todos os arquétipos e todos os símbolos de toda a humanidade desde o início de sua história.


Particularmente, acredito que a maior ferramenta para esse mergulho no inconsciente coletivo (portanto, nos registros akáshicos) sejam as mandalas. Se você se interessar e quiser saber mais sobre o poder das mandalas, você pode clicar no link abaixo para ler um artigo completo sobre elas.


Quero ler o artigo “O Poder das Mandalas"


As mandalas se tratam de poderosos símbolos que funcionam como portais de conexão. Tanto as mandalas quanto o Tarot possuem essa função, mas ainda mais as mandalas.


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Abraços fraternos,

Lucca Ferronatto

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