O Real Sentido da Vida



Neste artigo será tratada a necessidade de nos tornarmos um pouco mais intuitivos, um pouco mais perceptíveis e de criarmos uma mentalidade simbólica.


É de extrema importância que deixemos de racionalizar tudo e comecemos a buscar entender um pouco mais os significados das coisas que acontecem conosco no dia a dia.


Vou te dar um exemplo: se você dirige, já deve ter reparado que às vezes, enquanto você está no trânsito na sua faixa e somente ela está parada, todas as outras estão se movimentando.


E você faz o que ao perceber isso? Você muda de faixa. Mas o que acontece? A faixa para a qual você se deslocou para e todas as outras (inclusive a sua antiga) passam a se movimentar.


Se você não possui um carro, você pode ter vivido isso na fila do supermercado, ou na fila do caixa eletrônico...você já parou para pensar o porquê disso acontecer? Na maioria das vezes tendemos a pensar que somos azarados, que não temos sorte na vida.


Mas será que esse pequeno acontecimento do dia a dia não tem um significado um pouco mais profundo? Será que a vida não está tentando lhe dizer para não ter pressa, para desenvolver a sua paciência?


Continue lendo para saber as respostas para tais perguntas.





O Olhar Simbólico


Temos a tendência de reclamar de tudo o que acontece de negativo conosco, desde uma simples fila até mesmo quando perdemos dinheiro, ficamos doentes, quando perdemos importantes relacionamentos ou pessoas que amamos.


O fato é: tudo que acontece com a gente é extremamente simbólico. Nós não estamos aqui à toa.


Estamos muito separados do pensamento intuitivo porque estamos acostumados somente com o racional. É muito difícil o ser humano moderno buscar outros níveis de interpretação para os acontecimentos diários, já que a maioria das pessoas estão acostumadas e se contentam com o primeiro nível de interpretação, não buscam profundidade.


Às vezes reclamamos dos nossos problemas, nos desesperamos, ficamos tristes com a vida, e ela (a vida) nos presenteia colocando alguém em nossos caminhos, em uma situação muito pior do que a nossa, sorrindo e de bem com a vida.


Todos os acontecimentos em nossas vidas querem dizer alguma coisa. A vida é completamente simbólica e pedagógica, ela nos ensina o tempo todo.


Buscar interpretar os simbolismos diários nos ajuda a entender melhor a nossa própria vida - e isso é uma das coisas mais lindas que pode existir.


Precisamos desenvolver uma mentalidade mais simbólica, um pouco menos racional. Precisamos dialogar com a vida, porque é isso que ela faz conosco a todo instante. Você já parou para notar os diálogos que a vida anda tendo com você?


Pergunte-se isso, é importante.





Sacralização e Banalização



Na Grécia Antiga, eram consideradas duas formas de viver:


  • banalizar;

  • ou sacralizar.


A sacralização é justamente a interpretação do diálogo simbólico da vida, conversar com ela, estabelecer uma relação de aprendizado. Enquanto a banalização é interpretar tudo como azar, levar a vida se perguntando o que você fez para merecer aquilo que está te acontecendo.


É claro, cada um possui o seu processo, não é todo mundo que terá condições de perceber esse diálogo da vida. Existem pessoas que são completamente marginalizadas da sociedade, pelas estruturas de poder, que não terão acesso à esse tipo de conhecimento.


Mas esse conhecimento é de caráter libertador. Se você está lendo agora esse texto, você tem a oportunidade de dialogar, de alguma forma, com a vida. Nada é por acaso, tudo é sincronicidade.


A vida é síncrona, ela coloca vários eventos em sequência em nosso caminho para que possamos aprender com isso. Quanto mais nos permitirmos interpretar aquilo que acontece conosco, mais entenderemos nossas próprias vidas.





O Sofrimento Construtivo e Destrutivo


Esse é o conceito de sofrimento destrutivo e sofrimento construtivo colocado de forma genial pela professora e filósofa, Lucia Helena Galvão. Ela diz que devemos olhar para trás, para o sofrimento pelo qual passamos, ver se ele nos fez crescer ou não; toda vez que passamos por um sofrimento e ele nos fez crescer, foi extremamente válido.


Ou seja, perto do que você ganhou por ter passado por tal sofrimento, perto do que você aprendeu com ele, valeu a pena. Se você não tivesse passado por isso, você não seria quem você é hoje.


Se você olha para esse sofrimento que você enfrentou e acredita que ele foi simplesmente penoso ou doloroso, que não gerou nenhum aprendizado, ele lhe gerou um trauma. Se foi um sofrimento destrutivo (aquele que somente gera dor e não crescimento), pode ter certeza que, de alguma forma, a vida lhe colocará uma situação similar - um equivalente simbólico.


Não houve aprendizado onde deveria ter tido, entende?! É como repetir de ano na escola.


O sofrimento construtivo, portanto, é aquele em que você interpreta aquilo que a vida quis lhe dizer, aprende com isso e dialoga com a vida, evolui em consciência e extrai algum valioso aprendizado do processo. Você se torna uma pessoa melhor.


Esses acontecimentos normalmente se fazem presentes quando perdemos algo de muito valor para nós, seja um bem, uma pessoa querida, porque não sabemos lidar com os fatos consumados.





Reflexão



Na vida tudo passa, a vida é transitória, a vida é movimento - as coisas irão, inevitavelmente, mudar.


Precisamos estar preparados para isso e entender que esses momentos são extremamente pedagógicos (algo presente nas mais diversas tradições antigas, principalmente as orientais).


A vida é simbólica e tem um sentido. Cabe a nós participarmos do diálogo ou não. Sempre temos a opção: viver a vida que vale a pena ser vivida, mergulhar no verdadeiro significado e na importância que a vida, a natureza, as grandes leis universais e os acontecimentos diários possuem; ou podemos viver o ciclo da mediocridade.


A vida é muito mais.


Faço um convite à você: comece a desenvolver essa percepção um pouco mais intuitiva sobre as coisas.


Nós só perdemos aquilo que é a transitório. A verdadeira Consciência é permanente, assim como o Despertar. Aquilo que é verdadeiramente real não se perde.


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Abraços fraternos,

Lucca Ferronatto

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