Não! O Outro Não é o Culpado



Nós o/a incentivamos para que você se conscientize cada vez mais da importância de manter a harmonia entre as polaridades yin e yang, dentro e fora de você.


Que procure o equilíbrio entre o ser e o fazer, entre o dar e receber.


E pensando nisso, preparei para você os princípios utilizados por mim - em minha própria vida - e que me levaram ao sucesso que possuo hoje, como empreendedora, médica, escritora, mãe e mulher.


Eu creio muito no valor de se compartilhar histórias reais, de se falar não somente de teorias, mas sobre a própria experiência. O que funcionou, o que não funcionou, quais os principais erros, quais as principais dificuldades e como conseguir vencê-las.





Os Dois Lados da Moeda


O primeiro princípio do sucesso que utilizei foi: tornar-me 100% responsável pela minha vida.


Não é novidade que, em uma sociedade realmente civilizada, se espera que todas as pessoas tenham garantidos pelo menos os recursos básicos para a sobrevivência, como por exemplo educação de qualidade, moradia digna, saneamento básico, assistência médica, transporte, orientação profissional, dentre diversos outros.


Quem não tem acesso a isso, já está em desvantagem.


A desigualdade social é um câncer que corrói a humanidade. E cabe a cada um de nós exigir que esse direito seja garantido a todos, e ao mesmo tempo fazer a nossa parte para que isso seja minimizado ao máximo.


Esse é um lado da moeda.


O outro é acreditar que o mundo sempre estará em dívida conosco.


Muitas pessoas, que já possuem os recursos necessários para crescer e se desenvolver, não assumem totalmente a responsabilidade pelas suas vidas e pelo o que lhe acontece. Por causa disso, elas perdem o seu poder pessoal.


Enquanto não tomarmos as rédeas de nossas próprias vidas em nossas mãos, não prosperaremos.


Algumas pessoas se sentem eternas vítimas dos outros, das situações, e nunca de si mesmas. Acham que não tem sucesso profissional porque os colegas de trabalho sentem inveja delas e lhes puxam o tapete, porque o chefe lhe cobra demais e não reconhece seus esforços, e assim por diante.


Já se sentiu assim? Como se não tivesse mais chão? Leia o artigo no link abaixo para entender melhor essa situação e saber como lidar com ela.


Quero ler o artigo Fui passado para trás, e agora? O que eu faço?


A responsabilidade nunca é da pessoa, entende?!


Elas não percebem, por exemplo, que sempre chegam atrasadas, que saem antes do horário, que lhe fazem apenas o mínimo do que é pedido, que não se capacitam para novas atividades, não fazem cursos de atualização, não dão sugestões construtivas...enfim, não agregam muito ao grupo.


Nos negócios, pessoas assim culpam os sócios, os funcionários, os fornecedores, culpam a crise pela estagnação e pelo fracasso de seus empreendimentos. Não se dão conta que não fizeram um bom plano de negócios, não estudaram o mercado adequadamente, soltam produtos e serviços medíocres, suas finanças não são bem geridas e que se comportam como chefes, e não como líderes.


E como um líder se comporta? Quer descobrir? É só clicar no link abaixo para ter acesso à um artigo completo sobre esse arquétipo.


Quero ler o artigo O Arquétipo da Liderança e da Conexão Interpessoal


Quando o negócio vai à falência, elas abrem outro e...voltam a fracassar.


Nos relacionamentos afetivos, essas pessoas jogam nos ombros do outro a responsabilidade pelo desgaste da relação e pelo sofrimento que sentem. É sempre o outro a causa da dor.


Esse é um comportamento limitante e lhe afasta de seus sonhos.


Se você deseja ser bem sucedido(a), deve assumir 100% da responsabilidade por tudo o que lhe acontece. Pelos seus resultados, suas conquistas, seus fracassos, a qualidade de seus relacionamentos, o seu estado de saúde, a sua forma física, suas dívidas, seus sentimentos...TUDO.


Postura de vítima não funciona para quem busca o crescimento pessoal.


No curto e médio prazo, pode até funcionar, quando se quer ter ganhos secundários - um pouco da atenção, cuidados, compaixão. Mas no longo prazo, isso é uma erva-daninha que drena toda a energia que poderia ser investida em seu desenvolvimento.


Quem se comporta como vítima está incorporando os aspectos sombra do arquétipo do Órfão, que são:


  • sentimento de inferioridade;

  • vitimismo;

  • reclamação incessante;

  • e todo tipo de justificativa por não ter realizado algo.


Essa pessoa acaba projetando as suas sombras no outro e esse outro passa a ser o culpado por tudo.


Se isso não for equacionado, resolvido, pela própria pessoa - sozinha ou com ajuda especializada - não há chances de ela ter sucesso e realização. Como a palavra já indica, responsabilidade é a habilidade de responder por si.


Mas assumir a responsabilidade é diferente de se culpar.


A culpa e a vergonha carregam uma das piores vibrações que você pode experimentar. Elas lhe tirarão energia e poder pessoal, também.


Fique bem atento(a) a isso...é muito fácil cair nessa armadilha e você acaba se tornando vítima de si mesmo(a).





3 Estados de Se Estar no Mundo


O primeiro deles é quando você se sente e se comporta como uma vítima. Nesse caso, você não possui poder pessoal - você é como um barco à deriva, ao sabor dos ventos. Apenas reagindo ao que lhe acontece.


O segundo estado é quando você assume total responsabilidade por sua vida. Nesse caso você ganha poder pessoal, o seu ego se fortalece e você se torna um(a) criador(a). Como criador(a), você assume o leme e se torna a/o capitã(o) do seu barco.


O último estado possível - o ideal - é quando você se torna um(a) cocriador(a). Isso é, quando você faz a sua parte, mas o seu ego está a serviço de sua Essência - de quem você realmente é. Nesse caso, você está alinhado(a) com a totalidade e é guiado(a) por essa conexão.


Você faz a sua parte: estuda, trabalha, ajuda...sem colocar resistência alguma ao fluxo da vida. Você se abre às intuições que lhe chegam e dá o máximo de si. Nesse estado de cocriador(a), o seu poder de manifestação é exponenciado, ou seja, para uma pequena ação você terá um grande resultado.


Você, agora, é o/a comandante de um imponente transatlântico.


Agora eu lhe faço a seguinte pergunta: em que estado você se encontra hoje?


Vítima? Criador(a)? Ou cocriador(a)?


Passar de um estado ao outro só depende de você, da sua decisão firme. E como começar? Bem, sugiro que você faça o seguinte: hoje, não reclame; reclamar não muda nada e ainda envenena o clima ao seu redor.


Reclamar é um vício e deve ser encarado como.


Perceba a causa real de sua insatisfação - que está dentro de você e não fora. Quando você se encontra centrado(a), você consegue fluir com a natureza e ela deixa de ser um problema.


Use a energia que você gastaria reclamando para agir.


Não se justifique. Mude a sua atitude, está em suas mãos. Justificativas são típicas de quem não tem poder pessoal.


Assuma a responsabilidade por seu comportamento. Questione-se: “Como foi que eu criei isto em minha vida?”, “O que eu disse ou deveria ter dito naquela situação?”, “O que eu fiz ou deixei de fazer?”, “O que eu preciso mudar para ter outro resultado?”


Investigue as causas reais das suas atitudes. Será que é auto-sabotagem? Zona de conforto? Por que será que você está procrastinando? Quais são os seus medos? Quais são as crenças que lhe limitam? Você tem algum tabu ou algum preconceito?





Reflexão



Identifique o que está acontecendo e mude o seu comportamento.


Dia após dia, sem ansiedade.


Se você não conseguir colocar em prática essas sugestões no dia de hoje, tente outra vez amanhã. E depois, e depois, e depois…e quando menos esperar, você terá incorporado o primeiro fundamento para o sucesso e para a autorrealização.


Na verdade, nós não podemos mudar o outro. Assim como não podemos mudar muitas das situações que nos acontecem, mas podemos mudar a nossa maneira de vê-las, de interpretar as informações que chegam até nós.


Isso é um exercício diário, não acaba nunca. Isso eu posso lhe garantir.


Mas faça isso ser divertido! Comemore toda vez que você se responsabilizar pela a sua vida e isso se tornará parte de você.


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Abraços fraternos,

Dra. Mabel Cristina Dias

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