Jornada Arquetípica: as 22 Estações e as Mensagens de cada Arquétipo para você (PARTE 2)



Continuamos aqui a Jornada Espiritual junto dos 22 Arquétipos. Se você ainda não leu a primeira parte, é só clicar no link abaixo e vir conosco nesse caminho repleto de luz e conselhos que o(a) ajudarão a passar por mais essa fase da vida.


Quero ler o artigo Jornada Arquetípica: as 22 Estações e as Mensagens de cada Arquétipo para você (PARTE 1)


Se você aceita novamente o meu convite, prepare-se para embarcar nessa jornada, agora.

Sente-se confortavelmente, relaxe, respire profundamente 3 vezes. Coloque toda a sua atenção no momento presente.





A Jornada pelas 22 Estações



Prosseguimos a jornada até chegar na Estação 11 (onze), cujo guardião é o arquétipo da Coragem.


Eu pergunto a ele: “Tenho muito medo de ficar sem suprimentos e passar necessidade. É correto ficar estocando tudo o que preciso?”


A Coragem responde: “Não há problema em se precaver, em guardar algum alimento, dinheiro e materiais de primeira necessidade, principalmente nesta época de isolamento social. Se isso é feito com um sentimento de tranquilidade, de abundância e gratidão, não há problema algum.


Mas se você estoca mais do que precisa e faz isso movido pelo medo, pela carência, vão acontecer duas coisas. A primeira, é que o medo constante e intenso atrairá aquilo que você teme. Se vibra carência, atrairá essa experiência de carência em sua vida. A segunda é que, se estocar demais, alguém vai ficar sem suprimentos, e essa não é uma atitude consciente.


É em momentos como esse que devemos unir forças e sermos solidários. Uma pessoa sozinha pode ter força, mas a coletividade tem o verdadeiro poder, se acordar para isso. A única maneira de vencer o medo é agindo, apesar dele.


E como fazer isso? Tendo autodomínio, que é quando a força de vontade é mais forte que o instinto. Quando isso acontecer, sua presença vai atrair para o seu campo tudo aquilo que precisa, no momento certo.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos nossa jornada até chegar na Estação 12 (doze), cujo guardião é o arquétipo do Rebelde.


Então, eu pergunto a ele: “Não entendo, por que dessa situação que estou vivendo?”


E o Rebelde responde: “Muitas vezes, as coisas não são o que parecem. Isso porque usamos nossos filtros mentais para analisar e classificar uma situação. Cada pessoa tem seus próprios filtros que são criados ao longo da vida, seja pela informações implantadas por quem as criou e educou, seja pela própria experiência de vida.


A isso chamamos de condicionamentos, já que ficamos condicionados a responder sempre da mesma forma a tudo o que nos acontece, baseados no passado e em crenças que não costumamos questionar.


Veja, a realidade é neutra, nós é que damos significado a ela. É muito importante começar a perceber os fatos através de outra perspectiva. O que essa pandemia significa para você? Quais são os filtros com os quais analisa essa situação?


Procure expandir sua percepção, para que tenha mais peças para construir este quebra-cabeça que é a realidade.”



Agradecemos a mensagem e prosseguimos a jornada. Até chegar na Estação 13 (treze), cujo guardião é o arquétipo do Revolucionário.


Eu pergunto a ele: “Essa pandemia fez aumentar em mim o medo de morrer. O que posso fazer?”


O Revolucionário responde: “O que é a morte para você? O aniquilamento da vida, o fim de quem você é?


A morte do corpo físico é apenas um fenômeno natural e necessário da vida, para que haja renovação do seu ser. Só o veículo físico morre, a consciência que anima o seu corpo permanece viva.


A consciência que você é viaja pela eternidade, em busca de novas experiências que lhe trazem mais conhecimento, maior poder de escolha, maior capacidade de amar. Aceitar que seu corpo é finito e que sua consciência é eterna, permite que você viva com intensidade e sem sofrimento.


E essa não é a única forma de morrer. Tudo o que permanece estagnado em sua vida também representa a morte, pois a existência segue em frente e pede pelo novo. Precisamos, de tempos em tempos, morrer para o velho e deixar o novo entrar em nossa vida.


Aproveite esse momento para fazer uma análise do que você precisa deixar para trás, tudo aquilo o que não lhe serve mais. Então, despeça-se e agradeça pelo que viveu. Honre seu passado, mas deixe-o ir. Viva o presente.




Agradecemos a mensagem e prosseguimos nossa jornada até chegar na Estação 14 (catorze), cujo guardião é o arquétipo do Mediador.


Eu pergunto a ele: “Essa doença é natural ou foi criada em laboratório? Se isso é verdade, quem é o culpado, quem vai pagar por isso?”


E o Mediador responde: “Essa é uma crise que envolve muitos níveis da realidade, do material ao espiritual, do político ao econômico, do sanitário ao social.


Imagine uma rede, como uma teia de aranha, cujos fios entrelaçados desembocam no centro. Onde começa a rede? Onde termina?


Essa crise é assim, uma rede de acontecimentos que desembocaram na pandemia. O agente biológico, o vírus - seja ele natural ou artificial - é a materialização de algo mais sutil que poucos conseguem enxergar. Nada aparece do nada.


O vírus tem uma origem e uma função, que só será entendida por aqueles que enxergarem além das aparências, por aqueles que usarem não só o conhecimento intelectual, mas também sua intuição.


É mais fácil culpar A ou B do que assumir que todo alfabeto está comprometido, em maior ou menor grau. Neste momento, responsabilizar terceiros é improdutivo, pois traz mais desarmonia a um cenário que já se mostra caótico.


Uma crise só pode ser apaziguada quando cada um procura em si a responsabilidade e a solução. A crise é global, mas é experienciada individualmente. É preciso equilíbrio entre a razão e a emoção.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos a jornada. Chegamos na Estação 15 (quinze), cujo guardião é o arquétipo do Hedonista.


Eu pergunto a ele: “Estou entediado de ficar em casa. O que eu posso fazer para passar o meu tempo?”


E o Hedonista responde: “Seu corpo está sendo alvo de possíveis ataques: não só do vírus, mas das suas emoções em desequilíbrio, dos pensamentos negativos e repetitivos, da loucura do mundo lá fora.


Procure dar mais atenção ao seu corpo, ofereça a ele cuidados especiais, que em épocas normais você não tem tempo de dar. O corpo é o templo da alma, é a âncora que lhe mantém nesta experiência material, na vida encarnada.


Se você quer permanecer nesta experiência, tem que fincar os dois pés na terra e cuidar do ancoramento proporcionado pelo corpo físico. Ele lhe tira da mente e o traz para a realidade física.


O que você está dando para essa carne que lhe sustenta? Comida de verdade, que conforta, ou lixo industrializado? Está dançando, se exercitando ou passa o dia sentado no sofá em frente a notícias catastróficas? Limpa a casa até a exaustão ou reserva um tempo para um banho mais demorado, uma auto massagem com óleo perfumado? Tem cuidado da aparência, mesmo sem sair de casa?


Lembre-se: o cuidado e o amor que dá a si mesmo reflete na qualidade do que você oferece ao mundo.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos a nossa jornada. Até chegar na Estação 16 (dezesseis), cujo guardião é o arquétipo do Desapego.


Eu pergunto a ele: “Não quero perder aquilo construí, o meu estilo de vida, as pessoas que amo. O que faço para não sofrer assim?”


O Desapego responde: “Em qualquer situação na vida, você tem duas atitudes a tomar. A primeira atitude é agir; faça a sua parte, mas faça de forma inspirada, usando não só a mente pensante, mas a intuição que vem de sua parte mais sábia e serena - a sua Essência.


Use sua criatividade para sair da crise, trabalhe da forma que for possível, estude muito, ajude ainda mais. Faça a parte que lhe cabe, com o máximo de empenho e dedicação. Isso lhe dará muita força.


A segunda atitude é o soltar. Depois de fazer a parte que lhe cabe, se desapegue dos resultados. Isso não significa que não vai mais desejar aquele resultado, mas que sua felicidade não depende dele acontecer.


Se a ação lhe dá força, o soltar lhe dá poder. O poder de acreditar que o melhor está acontecendo para você e para todos os envolvidos, mesmo que isso não esteja explícito em princípio.


Há muita sabedoria e poder pessoal em deixar as coisas fluírem, em se render à inteligência do Todo, que habita em você. Aceitar a realidade como ela se apresenta e viver de forma desapegada é a verdadeira liberdade, e o primeiro passo para permitir a mudança que você deseja em sua vida.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos a jornada, até chegar na Estação 17 (dezessete), cujo guardião é o arquétipo do Curador.


Pergunto a ele: “Estou preocupado com a minha saúde.O que eu posso fazer para ser mais saudável?”


O Curador responde: “A saúde é o resultado do bem-estar em todas as áreas da vida. É um engano pensar que só as coisas físicas podem lhe atingir ou lhe fortalecer. Você tem um corpo físico que é denso e visível. Em contrapartida, tem seis corpos sutis e invisíveis, que são tão ou mais responsáveis por sua saúde,


Portanto, se você quer ser mais saudável, precisa conhecer e cuidar de todos os sete corpos. Faça melhores escolhas em relação ao que coloca para dentro de si, o que come, o que ouve, o que pensa e sente.


O que vem de fora e o que vem de dentro de você são informações que seu corpo recebe e tem que processar o tempo todo, para manter o equilíbrio e a boa atividade do sistema imunológico.


Coma alimentos não processados, baseados em plantas (de preferência orgânicos), beba muita água, durma bem, tome sol. Evite excesso, seja moderado em tudo o que faz.


Exercite-se conforme seu condicionamento, trabalhe a respiração, medite diariamente. Observe e corrija seus pensamentos, sentimentos, palavras e ações. Cultive a alegria de viver e a gratidão.


Sua cura diz respeito não só a você. Por ressonância, seu bem-estar afeta o mundo todo.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos em nossa jornada. Caminhamos até chegar na Estação 18 (dezoito), cujo guardião é o arquétipo do Artista.


Eu pergunto: “Estou com os meus nervos a flor da pele, às vezes desconto nos outros minha raiva. Como faço para me controlar?”


O Artista responde: “A questão não é buscar o controle, e sim o entendimento de como funciona sua mente. Só o entendimento e a aceitação de quem você é será capaz de lhe dar autodomínio.


Tudo aquilo que você rejeita, que lhe causa desconforto, que não aceita em si mesmo, joga para o seu inconsciente, criando sombra psicológica. Isso permanece oculto a você, mas se colocar atenção naquilo que diz, no seu comportamento, verá que tudo está ali, pulsando.


Da mesma forma, todos os conteúdos sombrios que a humanidade já viveu e que sua mente tem acesso, são energias vivas que procuram se manifestar, apesar dos esforços inúteis que se faz para colocar concreto sobre elas.


Situações-limite, como as que a humanidade está vivendo, fazem com que sua sombra psicológica tanto individual quanto coletiva venham à tona com mais força.


Observe a sombra e dê expressão a ela através da arte. Desenhe sua raiva, pinte o seu medo, molde em argila sua ansiedade, dance sua tristeza. Dê asas à sua criatividade, e não se preocupe em agradar. Não seja escravo da estética.


Apenas permita que o seu inconsciente seja direcionado para a criação de algo que só você pode criar, porque seu inconsciente e suas vivências são únicas - assim como você.”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos a jornada, até chegar na Estação 19 (dezenove), cujo guardião é o arquétipo do Luminoso.


Eu pergunto: “Só vejo pânico geral e negatividade. Onde está o lado positivo dessa situação que estamos vivendo?


O Luminoso responde: “Toda situação, por mais dura que seja, tem o potencial de lhe trazer mais consciência, uma visão mais ampla e profunda da verdadeira realidade. Mas para isso, você tem que expandir sua consciência, ampliar sua percepção sobre o que lhe acontece, sobre quem você é.


A realidade que normalmente você vive é ilusória, não no sentido de não existir, mas de que ela é transitória e volátil. A realidade parece eterna e sólida, e você tem a sensação de que está no controle de tudo, mas subitamente ela se desfaz, como a espuma da onda quando quebra na praia.


A verdadeira e última realidade é a espiritual, e é dela que a realidade material se desdobra. Como o reflexo em um espelho.


Seu espírito possui a luz capaz de ampliar sua percepção e iluminar suas escolhas. Você está acessando essa luz nesse momento? Você é dotado(a) de inteligência, criatividade e vida eterna.


Toda negatividade vem da falta de conexão com o espírito, com o sopro do divino dentro de si. Não espere do mundo a luz e a alegria que já são suas por natureza, e que cabe a você emanar, independente do que lhe acontece.


Deixe essa luz brilhar e veja a realidade se transformar!”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos nossa jornada, até chegar na Estação 20 (vinte), cujo guardião é o arquétipo da Ressurreição.


Eu pergunto a ele: “Eu sou uma boa pessoa, por que então isso está acontecendo comigo? É um castigo? Onde estou errando?”


E a Ressurreição responde: “Sua personalidade atual é apenas uma dentre as inúmeras que já teve em existências passadas, e não será a última. Você vibra hoje conforme o conteúdo de seus pensamentos,sentimentos, palavras e ações, mais recorrentes. E conforme essa vibração, cria por ressonância sua realidade.


Mesmo vibrando positivamente hoje, ainda sofre a influência da somatória de todas as personalidades passadas. E isso precisa ser limpo.


Além do karma pessoal, há o karma coletivo, que se refere a tudo o que fizemos ou nos omitimos como grupo, como humanidade, desde o início da vida na Terra. Isso também precisa ser limpo.


E esta é uma ótima oportunidade de limpar tudo através do amor incondicional, do serviço ao próximo e da expansão de consciência. Esse é o momento de acertar as contas com a sua consciência, rever sua visão de mundo e virar o jogo - a vida pede por essa renovação.


Karma não se refere só ao que é negativo. Crie karma positivo, aceitando quem você é em essência e agindo de forma altruísta.


Coloque suas virtudes em ação e renasça todos os dias para melhor versão de si mesmo(a).”




Agradecemos a mensagem e prosseguimos a jornada, até chegar na Estação 21 (vinte e um), cujo guardião é o arquétipo do Integrado.


Eu pergunto: “Já entendi que posso dar um salto de consciência nesta crise, parar de sofrer e viver melhor. Como faço isso na prática?”


O Integrado responde: “Para começar, coloque em ação as orientações que recebeu ao longo dessa jornada, dia após dia, até perceber os resultados práticos em sua vida. Evite a ansiedade que toda mudança traz.


Deixe as coisas fluírem naturalmente, sem colocar pressão, mas sempre se observando e usando sua consciência para catalisar as mudanças. Lembre: conhecimento sem ação e sem amor é inútil e perigoso.


Feito isso, é fundamental que busque ao máximo se tornar uma pessoa inteira, não fragmentada, busque a unidade do Todo em si mesmo. O Todo é masculino e feminino, é espírito e matéria, é Céu e Terra, é ação e repouso.


O Todo é ordem sem fim.


Procure elevar sua vibração para se alinhar ao Todo e receber suas inspirações. Descubra a completude dele em si mesmo e permita ser guiado por ela. Essa é a fronteira final, a unificação consigo mesmo, com os outros seres e com o Todo.


Mas, isso requer de você rendição, plena confiança na vida, em você e no amor que ordena o Universo.”





Reflexão



Agradecemos pelas inspirações recebidas e agora saímos da trilha, lentamente.


E retornamos ao nosso estado normal de consciência, certos de que foram plantadas sementes, e que se formos solo fértil, elas vingarão e florescerão no devido tempo.


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Se você apreciou a jornada - agora completa -, se ela lhe foi útil de alguma forma, peço que multiplique as bênçãos recebidas, compartilhando esse texto com o maior número de pessoas possível. Se cada um fizer a sua parte, sairemos fortalecidos dessa experiência.


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Fique com minha gratidão e com o meu abraço fraterno.

Mabel C. Dias

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